Matéria ‘difícil’,
aula ‘chata’, questão de ‘inteligência’, falta de
“talento” – são muitos os preconceitos que cercam
o aprendizado de Matemática.
São ideias antigas, reforçadas por estratégias de
ensino ainda presentes em diversas escolas, que
reduzem essa ciência a números e cálculos sem vida
e sentido, muitas vezes com mera repetição mecânica.
O resultado é que a Matemática é uma das áreas nas
quais alunos apresentam maior dificuldade e, pior,
um progressivo distanciamento, com consequências
que se estenderão até depois da universidade.
Dessa forma, os alunos aprendem apenas a temer a
Matemática, como um bicho de sete cabeças.
Mas não precisa ser assim: o aprendizado da Matemática
pode ser prazeroso, significativo e envolvente.
Mais do que isso, pode e deve ser o caminho para
o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas.
O maior objetivo da Mathemoteca é tornar os alunos
bons solucionadores de problemas, formando pessoas
confiantes em suas habilidades de pensar, que não
recuam no enfrentamento de situações novas e buscam
caminhos para resolvê-las.
Isso, tenha certeza, está ao alcance da imensa maioria
das nossas crianças e jovens. Afinal, a Matemática
não é um bicho de sete cabeças. É um desafio saboroso
para uma cabeça só: a do seu filho!